Febre Amarela (colocado em 05-04-2017)

Alerta 8/2017  -  Actualização da informação relativa a surto de Febre Amarela Silvática no Brasil

Desde o início do surto até 29 de Março de 2017 foram notificados 1589 casos de febre amarela (496 confirmados).

Até ao momento foram notificados casos confirmados nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Pará.

Está a decorrer investigação de casos suspeitos nos Estados do Maranhão, Baía, Goiás,Paraná, Santa Catarina, Tocantins, Rio Grande do Sul, Amapá, Ceará, Distrito Federal e Mato Grosso.

De acordo com a OMS, a transmissão do Vírus continua a expandir-se em direcção à costa atlântica do Brasil, actualizando as recomendações de vacinação para os Estados da Baía (vários municípios), Rio de Janeiro (todo o Estado incluindo as áreas urbanas da Cidade do Rio de Janeiro e Niterói) e São Paulo ( à excepção da área urbana da Cidade de São Paulo)

Face a esta situação  mantêm-se as medidas preconizadas nos alertas anteriores.

Pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão da infecção através da transfusão  a suspensão dos candidatos à dádiva que tenham permanecido pelo menos uma noite  em regiões endémicas ou onde decorre surto por um período de 1 mês e nas situações de infecção  a suspensão temporária  dos potenciais dadores de sangue por um período de 4 semanas após resolução de infecção.

Solicitamos a vossa maior atenção a estas situações e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 7/2017 - Actualização da informação relativa a surto de Febre Amarela Silvática no Brasil

Desde o início do surto até 20 de Março de 2017 foram notificados 1561 casos de febre amarela (448 confirmados) e 264 óbitos (144 confirmados). Até ao momento foram notificados casos nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Baía, Tocantins, Goiás, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro.

Face a esta situação  mantêm-se as medidas preconizadas nos alertas anteriores.

Pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão da infecção através da transfusão  a suspensão dos candidatos à dádiva que tenham permanecido pelo menos uma noite  em regiões endémicas ou onde decorre surto por um período de 1 mês e nas situações de infecção  a suspensão temporária  dos potenciais dadores de sangue por um período de 4 semanas após resolução de infecção.

Solicitamos a vossa maior atenção a estas situações e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 6/2017 - Actualização da informação relativa a surto de Febre Amarela Silvática no BrasilAlerta

Desde o início do surto até 13 de Março de 2017 foram notificados 1538 casos de febre amarela (396 confirmados) e 255 óbitos (134 confirmados). Até ao momento foram notificados casos nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Baía, Tocantins, Goiás e Rio Grande do Norte.

Em Minas Gerais verifica-se uma tendência decrescente de casos pela 4ª semana consecutiva, enquanto no estado de Espírito Santo o número de casos aumentou nas semanas 01 a 04/2017 pelo que é necessário manter a vigilância epidemiológica. A taxa de letalidade em casos confirmados é 34% e em casos suspeitos 11%.

Até à data, não há evidência de que o Aedes aegypti esteja envolvido na transmissão do vírus.

No entanto, casos confirmados em zonas periurbanas de Espírito Santo e a confirmação de epizootias na região levantam a hipótese do envolvimento desse vetor no surto.

A PAHO alerta para o facto de os relatos de epizootias em zonas de fronteira do Brasil representam um risco de transmissão do vírus para países vizinhos.

O Ministério da Saúde do Brasil reforçou a vacinação contra a febre amarela com 14.85 milhões de vacinas.

No Estado do Rio de Janeiro (apesar da não existência de casos suspeitos) foi também implementado um plano de vacinação contra a febre amarela.

A OMS continua a vigiar a situação e actualiza as recomendações de vacinação, a viajantes internacionais, para as regiões previamente afectadas e também para qualquer região do Estado do Espírito Santo (incluindo a área urbana de Vitória), pelo menos 10 dias antes da viagem.

Face a esta situação  mantêm-se as medidas preconizadas nos Alertas 1,2,3 e 4/2017, pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão através da transfusão  a suspensão dos candidatos à dádiva que tenham permanecido pelo menos uma noite  em regiões endémicas ou onde decorre surto por um período de 1 mês e nas situações de infecção  a suspensão temporária  dos potenciais dadores de sangue por um período de 4 semanas após resolução de infecção.

 

4/2017 - Actualização da informação relativa a surto de Febre Amarela Silvática no Brasil

Para além dos casos de Febre Amarela reportados nos Estados já referidos no Alerta 3, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia,  São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul foi também reportado um caso no Estado de Tocantins.

Face a esta situação  mantêm-se as medidas preconizadas nos Alertas 1 e 2/2017, pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão através da transfusão  a suspensão dos candidatos à dádiva que tenham permanecido pelo menos uma noite  em regiões endémicas ou onde decorre surto por um período de 1 mês e nas situações de infecção  a suspensão temporária  dos potenciais dadores de sangue por um período de 4 semanas após resolução de infecção.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 3/2017 - Actualização da informação relativa a surto de Febre Amarela Silvática no Brasil

Vimos por este meio actualizar informação recebida através da Direcção Geral da Saúde relativa a  surto de Febre Amarela  Silvática no Brasil.

 

Toda a informação referente a esta situação, encontra-se em anexo, e pode ser encontrada  no site da Direcção Geral da Saúde em:

De acordo com a informação acima divulgada foram reportados casos de Febre Amarela  nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia,  São Paulo, um caso no Estado de Goiás e um caso no Estado de Mato Grosso do Sul.

Face a esta situação  mantêm-se as medidas preconizadas nos Alertas 1 e 2/2017, pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão através da transfusão  a suspensão dos candidatos à dádiva que tenham permanecido pelo menos uma noite  em regiões endémicas ou onde decorre surto por um período de 1 mês e nas situações de infecção  a suspensão temporária  dos potenciais dadores de sangue por um período de 4 semanas após resolução de infecção.

Solicitamos a vossa maior atenção a estas situações e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

 

Alerta 2/2017 - Actualização da informação relativa a surto de Febre Amarela Silvática no Brasil

No Estado de Minas Gerais  foram reportados até ao momento 393 casos , em 41 municípios (67 confirmados, 38 óbitos confirmados e 45 outros óbitos sob investigação). O Estado de Espírito Santo, até 23 de Janeiro notificou 19 casos de infecção, 1 dos quais confirmado laboratorialmente e 1 óbito. No Estado da Bahia,  até 23 de Janeiro, foram confirmados 6 casos , 1 dos quais confirmado. No Estado de São Paulo foram notificados 3 casos confirmados e todos evoluíram para óbito

Face a esta situação  mantêm-se as medidas preconizadas no Alerta 1/2017, pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão através da transfusão  a suspensão dos candidatos à dádiva que tenham permanecido pelo menos uma noite  em regiões endémicas ou onde decorre surto por um período de 1 mês e nas situações de infecção  a suspensão temporária  dos potenciais dadores de sangue por um período de 4 semanas após resolução de infecção.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 1/2017 - Informação relativa a surto de Febre Amarela no Brasil

A 2 de Janeiro de 2017 a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais foi notificada da ocorrência de casos suspeitos de febre hemorrágica. Até ao momento, foram reportados 184 casos, em 29 municípios de Minas Gerais.  Destes, 37 foram confirmados laboratorialmente, tendo 22 evoluído  para óbito. Foram notificados outros 25 óbitos que estão sob investigação.

Os vectores responsáveis por este surto são os mosquitos Haemagogus e Sabethes, diferentes do mosquito Aedes aegypti, mais frequente em contexto urbano.

A 13 de Janeiro de 2017, o Governador do Estado de Minas Gerais decretou Situação de Emergência em Saúde Pública Regional, por um período de 180 dias, por surto de Febre Amarela.

A Febre Amarela é endémica no Brasil e o período de Dezembro a Maio é geralmente mais intenso no aparecimento de novos casos. No entanto,  de 2010 a 2016,após surtos ocorridos até 2009, o número de casos anuais confirmados foi inferior a 10 em todo o território brasileiro. O surto mais recente neste estado tinha ocorrido em 2002 -2003 quando 63 casos foram confirmados, incluindo 23 mortes .

A OMS alerta para o facto de o surto de Febre Amarela estar a ocorrer numa área com baixa cobertura vacinal, o que poderá favorecer a disseminação rápida da doença. Também a proximidade a estados com ecossistemas favoráveis à presença do vector e à transmissão do vírus (Espírito Santo e sul do estado da Baía), poderá contribuir para  o agravamento da situação. O ECDC e a OMS aconselham os indivíduos que viajem para o Brasil a  vacinar-se.

Esta é uma situação endémica  a que se aplicam-se os critérios de elegibilidade de dadores de sangue,  relacionados com a prevenção da transmissão de agentes infecciosos através da transfusão, que se encontram  disponíveis  no Manual de Triagem de Dadores de Sangue, IPST 2015, CAPÍTULO 15. Infecciologia.

Face a esta situação pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão através da transfusão  a suspensão dos candidatos à dádiva que tenham permanecido pelo menos uma noite  em regiões endémicas ou onde decorre um surto por um período de 1 mês e nas situações de infecção  a suspensão temporária  dos potenciais dadores de sangue por um período de 4 semanas após resolução de infecção.

Alerta 27/2016 - Actualização da informação relativa a Febre Amarela em Angola

Segundo dados da ECDC, o surto de febre-amarela em Angola está em declínio sem novos casos confirmados desde há 6 semanas. As autoridades de saúde de Angola reportaram, até 2 de setembro, a seguinte informação 3984 casos suspeitos, com 369 óbitos. Na RDC a extensão geográfica do surto na República Democrática do Congo continua aumentar. A estação das chuvas está a começar, o que aumenta o risco de transmissão. Foram reportados, até 25 de agosto, 2410 casos suspeitos em oito de 26 províncias. De 75 casos confirmados, 13 são autóctones.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-3-sep-2016.pdf

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 26/2016 - Actualização da informação relativa a Febre Amarela em AngolaSegundo dados da OMS, as autoridades de saúde de Angola reportaram, até 11 de agosto, a seguinte informação:

Foi implementada uma campanha de vacinação reativa em Angola nas áreas com transmissão local confirmada e outra preventiva em 15 de agosto (esta visa aproximadamente três milhões de pessoas na fase I e dois milhões na fase II). A campanha de vacinação visa imunizar populações em risco em 22 distritos, 17 dos quais estão perto da fronteira de Angola com a República Democrática do Congo, Namíbia e República do Congo. http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/249535/1/yellowfeversitrep19Aug16-eng.pdf?ua=1

Solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Agradecemos a vossa atenção a estes assuntos

 

Alerta 25/2016 - Actualização da informação relativa a Febre Amarela em Angola

Segundo dados do ECDC, as autoridades de saúde de Angola reportaram, até 5 de agosto, 3818 casos suspeitos de febre-amarela (70 novos casos suspeitos na última semana), incluindo 369 óbitos. Dos casos suspeitos, 879 são confirmados.

O número de casos suspeitos e confirmados continua a decrescer em Angola.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-06-aug-2016.pdf

As autoridades de saúde da República Democrática do Congo reportaram, até 5 de agosto, 2051 casos suspeitos, dos quais 76 casos são confirmados, incluindo 95 óbitos desde o início do surto.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-06-aug-2016.pdf

A OMS publicou, a 5 de agosto, uma atualização da situação Yellow Fever Situation Report:

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/247198/1/yellowfeversitrep-5Aug2016-eng.pdf?ua=1

O Rapid Risk Assessment “Outbreaks of yellow fever in Angola, Democratic Republic of Congo and Uganda” , de 30 de maio, mantém-se atual:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/_layouts/forms/Publication_DispForm.aspx?List=4f55ad51-4aed-4d32-b960-af70113dbb90&ID=1500

Atualmente, foram reportados surtos de febre-amarela em outros países não relacionados com o surto de Angola, como Brasil, Chade, Colômbia, Etiópia, Gana, entre outros.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-30-july-2016.pdf

 

Avaliação de risco do ECDC

A febre-amarela num contexto urbano é uma emergência de saúde pública que pode resultar num grande número de casos.

Na Europa o Aedes aegypti só está presente na Ilha da Madeira mas não foi aí registado nenhum caso de febre-amarela. As autoridades de saúde portuguesas aconselham os viajantes para Angola a estarem vacinados contra a febre amarela.

Na Ásia nunca foram reportados surtos de febre amarela, mas há condições para que tal aconteça uma vez que o vetor está largamente distribuído.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-06-aug-2016.pdf

Medidas

O ECDC continua acompanhar o surto.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue

 

Alerta 24/2016 - Actualização da informação relativa a Febre Amarela em Angola

Segundo dados do ECDC, as autoridades de saúde de Angola reportaram, até 15 de julho, 3682 casos suspeitos de febre-amarela, incluindo 361 óbitos. Dos casos suspeitos, 877 são confirmados.

Apesar das campanhas de vacinação, a circulação do vírus persiste em vários distritos. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-23-july-2016.pdf

As autoridades de saúde da República Democrática do Congo reportaram, até 22 de julho, 1798 casos suspeitos, dos quais 68 casos são confirmados, incluindo 75 óbitos desde o início do surto. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-23-july-2016.pdf

A OMS publicou, a 21 de julho, Yellow Fever Situation Report: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246242/1/yellowfeversitrep-21Jul16-eng.pdf?ua=1

O Rapid Risk Assessment “Outbreaks of yellow fever in Angola, Democratic Republic of Congo and Uganda”, de 30 de maio, mantém-se atual:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/_layouts/forms/Publication_DispForm.aspx?List=4f55ad51-4aed-4d32-b960-af70113dbb90&ID=1500

Atualmente, foram reportados surtos de febre-amarela em outros países não relacionados com o surto de Angola, como Brasil, Chad, Colombia, Etiópia, Gana, entre outros.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-23-july-2016.pdf

Portugal, a pedido da WHO Global Outbreak Alert & Response Network, enviou, em julho, um técnico para Angola, por um período de pelo menos 2 semanas, e o segundo por um período de 1 mês.

Avaliação de risco do ECDC

A febre-amarela num contexto urbano é uma emergência de saúde pública que pode resultar num grande número de casos. O surto em Angola é uma preocupação para as autoridades de saúde porque:

  • Apesar da campanha de vacinação a transmissão mantém-se, em Luanda;
  • Há extensão do surto a novas províncias e novos bairros;
  • Existe alto risco de disseminação para os países vizinhos;
  • Há suspeita de transmissão contínua a áreas de difícil alcance, como Cabinda;
  • O sistema de vigilância é inadequado para identificar novos focos ou áreas de casos emergentes.
  • Há risco de introdução da doença noutros países. Na Europa o Aedes aegypti só está presente na Ilha da Madeira mas não foi aí registado nenhum caso de febre-amarela.

As autoridades de saúde portuguesas aconselham os viajantes para Angola a terem uma dose de vacina contra a febre amarela administrada há menos de 10 anos, uma vez que o controlo à entrada de Angola está a ser rigoroso e restritivo. Na Ásia nunca foram reportados surtos de febre amarela, mas há condições para que tal aconteça uma vez que o vetor está largamente distribuído. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-23-july-2016.pdf

Medidas

O ECDC continua acompanhar o surto.

 http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-23-july-2016.pdf

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 19/2016 - Actualização da informação relativa a Febre Amarela em Angola

Segundo dados da OMS, as autoridades de saúde de Angola reportaram, até 22 de junho, 3294 casos suspeitos de febre-amarela, incluindo 347 óbitos. Apesar das campanhas de vacinação, a circulação do vírus persiste em vários distritos.

A República Democrática do Congo reportou, até à data, 1067 casos e 71 óbitos; Uganda reportou 68 casos e 7 óbitos e o Peru reportou 56 casos e 6 óbitos.

Atualmente, 7 países (Brasil, Chad, Colombia, Etiópia, Guana) reportaram casos confirmados de febre-amarela e casos esporádicos não relacionados com o surto em Angola.

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246113/1/yellowfeversitrep-23Jun2016-eng.pdf?ua=1

 

Alerta 11/2016 - Actualização da informação relativa a Febre Amarela em Angola

Segundo dados do ECDC, divulgados a 29 de março, as autoridades de saúde de Angola reportaram 1200 casos suspeitos de febre-amarela, incluindo 179 óbitos desde de dezembro de 2015. Luanda continua a ser a região mais afetada. Até à data, foram reportados casos importados na China, Quénia, República Democrática do Congo e Mauritânia.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-26-mar-2016.pdf

Avaliação de risco do ECDC

A febre-amarela num contexto urbano é uma emergência de saúde pública que pode resultar num grande número de casos. Não é inesperado surgirem casos em populações não vacinadas.

Os surtos de febre-amarela nunca foram relatados na Ásia, mas os locais com condições para a distribuição de Aedes aegypti, o principal vetor da febre-amarela urbana na África e na América do Sul, são adequados para a ocorrência de surtos de febre-amarela em contexto urbano.

A OMS não recomenda a restrição de viagens e/ou trocas comerciais.

Segundo a OMS AFRO, existe uma escassez da vacina a nível global. São necessárias 1,5 milhões de doses para vacinar a população em risco na província de Luanda.

Com a disseminação do surto a outras províncias de Angola e um número crescente de casos importados de outros países africanos está a ser dada prioridade à vacinação de pessoas em maior risco.

http://www.afro.who.int/pt/angola/press-materials/item/8444-new-challenges-for-yellow-fever-outbreak-control-in-angola.html

Em Portugal não existe o vetor da doença (mosquito Aedes aegypti), com exceção da RA Madeira.

Não se registam casos de febre-amarela, no Continente e Ilhas.

Aconselha-se a que os viajantes para Angola tenham uma dose de vacina contra a febre amarela administrada há menos de 10 anos.

 

Medidas

O ECDC divulgou, a 24 de março, o Rapid Risk Assessment “Outbreak of yellow fever in Angola”:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/yellow-fever-risk-assessment-Angola-China.pdf

Mais informações, consulte:

ECDC - http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/yellow_fever/Pages/index.aspx

 

Alerta 4/2016

Segundo dados da comunicação social, as autoridades de saúde de Angola reportaram, de dezembro de 2015 a 25 de janeiro de 2016 , 99 casos suspeitos de febre amarela em Luanda.

Destes, 26 casos foram confirmados e 8 morreram.

Os dados foram avançados hoje numa reunião organizada pelo Governo da Província de Luanda para apresentação do Plano Estratégico de Controlo do Surto de Febre Amarela na capital angolana. As autoridades de saúde locais estão a desenvolver uma campanha de vacinação e um plano estratégico de controle de surtos de febre amarela. Esta informação foi veiculada pelo ECDC.

Em Portugal não existe o vetor da doença (mosquito Aedes aegypti), com a exceção da ilha da Madeira. Igualmente, não se registam casos de febre amarela, no Continente e Ilhas.

A vacinação contra a febre amarela é recomendada a todos os viajantes para Angola, pelo menos 10 dias antes da viagem.

Os cidadãos que viajem para Angola devem ir a uma consulta do viajante antes da viagem, onde obterão aconselhamento médico e a prescrição para esta vacina, se necessário.

Angola exige a vacinação contra a febre amarela a todos os viajantes que entram no país (1 dose na vida).

Mais informações, consulte:

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/yellow_fever/Pages/index.aspx

 

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