Vírus Zika (atualizado a 02-06-2017)

Alerta 9/2017 - Medidas preventivas para a transmissão do vírus Zika através da transfusão

Vimos por este meio divulgar informação recebida através do Sistema Ronda, da Direcção Geral da Saúde  relativa a actualização da informação relativa a  casos de infecção por vírus Zika reportados na Índia.

A 15 de Maio de 2017, pela primeira vez foram reportados 3 casos de doença por vírus Zika no distrito Ahmedabad, na índia. Os casos foram confirmados laboratorialmente e identificados no âmbito do programa de vigilância pré-natal e de doença febril aguda. (o 1º em Novembro, 2016, o 2º em Janeiro 2017 e o 3º em Fevereiro)

Apesar destes serem os primeiros casos de Zika na índia, já era conhecida a circulação do Vírus no Sudeste Asiático, pelo que não se alterou a avaliação de risco global.

Face a esta situação  aplicam-se  a potenciais dadores de sangue que tenham viajado, residido ou permanecido na Índia as medidas preconizadas no Alerta 31 /2016.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 1/2017 - Informação relativa Infecção por vírus Zika em Angola

Segundo o ECDC, Communicable Disease Threats report de 14 de Janeiro, é referida uma alteração do estatuto de Angola para país com transmissão esporádica de vírus Zika nos últimos 3 meses. Segundo a OMS, um cidadão francês  que regressou de Angola apresentava sintomatologia compatível por infecção por vírus Zika.

A OMS refere que a vacinação contra a Febre Amarela e a seropositividade para outros flavivírus impedem o diagnóstico conclusivo de infecção por vírus Zika, devido à possibilidade de reacção cruzada. Encontra-se em curso uma investigação para determinar se existe transmissão do vírus em Angola.

O Ministério da Saúde da República de Angola informa, via Nota de Imprensa do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa, 7 de Janeiro, a notificação de 2 casos de infecção por vírus Zika.

Face a esta situação mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão da infecção por Vírus Zika através da transfusão  constantes do Plano de Prevenção para o Vírus Zika que junto anexamos.  De acordo com este Plano o período de suspensão dos viajantes que regressam de uma área afectada por Vírus Zika, se a área for já afectada por uma outra doença transmitida por vector, nomeadamente malária, como é o caso de Angola, deve ser ajustado para o período de suspensão mais longo, período de suspensão para a malária.

 

Mantêm-se em vigor o Alerta 31/2016 (19/09/2016)  e  o Alerta 35/2016 (07/12/2016).

Suspendem-se os Alertas 1,2, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 18, 19, 20, 25, 26 e 27/2016 por informação mais actualizada dos Alertas acima referidos.

 

Alerta 35 - Situação da infecção por Vírus Zika  - relatório da OMS

Relatório da Organização Mundial da Saúde relativo a situação da infecção por Vírus Zika a 30 de Novembro de 2016.

Alerta 31/2016 - Alerta 31/2016 - Actualização das medidas para a prevenção da transmissão do vírus Zika através da transfusão

O ECDC reportou, até 2 de Setembro, 1557 casos importados de Zika em 19 países da União Europeia (Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Portugal, Roménia, Eslovénia, Eslováquia, Espanha, Suíça e Reino Unido), reportados através da base de dados europeia Tessy.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-10-sep-2016.pdf

Na última semana, não foram registados novos territórios afectados.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-10-sep-2016.pdf

Até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios:

Argentina, Aruba, Anguilla, Antiga e Barbuda, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Costa Rica, Colômbia, Cuba, Curaçau, Dominica, Estados Unidos da América, Equador, El Salvador, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Virgens, Ilhas Caimão, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens Britânicas, Indonésia, Filipinas, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Malásia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Saba, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Samoa, Samoa Americana, Saint Eustatius, Saint Maarten, Singapura, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-10-sep-2016.pdf,

Os resultados da análise de sequenciação do vírus Zika em Singapura indicam que o vírus pertence à linhagem asiática e provavelmente evoluiu a partir da estirpe que circula no Sudeste Asiático. Os casos recentes em Singapura não parecem ser o resultado de vírus importado da América do Sul.

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/250049/1/zikasitrep8Sep16-eng.pdf?ua=1

O ECDC publicou a 29 de Julho “ Zika vírus and safety of substances of human originin – Guide for preparedness activities in Europe” e a 30 de Agosto  o oitavo  Rapid Risk Assessment, que junto anexamos.

Desde  o  sétimo Rapid Risk Assessment, publicado a 8 de Julho de 2016, o surto continuou a evoluir na América Central e nos países e territórios das Caraíbas. A transmissão autóctone atingiu o estado da Flórida (Estados Unidos da América), onde estão presentes vectores competentes e activos durante a temporada de verão no hemisfério norte.

No que se refere a desenvolvimentos científicos:

  • Foi relatada a transmissão sexual do vírus Zika de homens com infecção sintomática para parceiros sexuais femininos e masculinos, de homens com infecção assintomática para mulheres e de uma mulher para homem. O vírus  Zika pode ser transmitido aos parceiros sexuais de mulheres infectadas através da exposição a secreções vaginais ou sangue menstrual.
  • Um número limitado de estudos longitudinais relatam os resultados de detecção de RNA viral Zika no esperma. Um estudo longitudinal de follow-up em 40 amostras de sêmen de um homem de 40 anos, entre o dia 5 e 181 após o início dos sintomas, demonstrou uma diminuição, mas persistência de ácido nucleico viral associado ao componente celular de sêmen aos 181 dias. Outro estudo de caso mostrou RNA do vírus Zika no sêmen nos dias 91, 134 e 188, após o início dos sintomas.

 

A FDA  recomendou  a 26 de Agosto, o rastreio universal para o vírus Zika, nos EUA e seus territórios, de todo sangue e componentes sanguíneos doados, e a implementação de inactivação patogénica para plaquetas e plasma. Recomendou ainda a suspensão temporária pelo prazo de 120 dias dos dadores que apresentem teste reactivo para o vírus Zika, contados a partir da data do teste reactivo ou após a resolução dos sintomas.

Junto anexamos para vosso conhecimento “Revised Recommendations for Reducing the Risk of Zika Virus Transmission by Blood and Blood Components.Guidance for Industry” .

A OMS publicou, a 6 de Setembro, uma nova orientação sobre a prevenção da transmissão sexual do vírus Zika, recomendando abstinência ou sexo seguro durante seis meses às mulheres (mesmo que não estejam a tentar engravidar) e aos homens que regressem de áreas afectadas mesmo que assintomáticos. O ECDC não identificou evidência suficiente para sustentar esta mudança (de 8 semanas para 6 meses) pelo que ainda não a adoptou.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-10-sep-2016.pdf

De acordo com a literatura e estado do conhecimento actual o risco de transmissão de ZIKV através da transfusão é considerado provável baseado na viremia demonstrada em infecções sintomáticas e assintomáticas, transmissão perinatal documentada, identificação de ZIKV RNA em dádivas de sangue, a transmissão associada a transfusão documentado de outros flavivírus; e  de prováveis casos de transmissão  através da transfusão no Brasil:

 

  1. Na infecção por vírus Zika a viremia ocorre antes do aparecimento dos sintomas e a infecção é assintomática em aproximadamente 80% dos casos;
  2. Foi documentado  transmissão através da transfusão de outros flavivírus, tais como o vírus do Nilo Ocidental, vírus da dengue e vírus da vacina contra a febre amarela,  em todos os  casos foi identificada virémia detectável durante infecções assintomáticos e sintomáticos;
  3. Na Polinésia Francesa, 2,8% das amostras de sangue de dadores assintomáticos continha RNA ZIKV detectável durante o surto 2013-2014 , indicando o potencial de transmissão por transfusão sanguínea  (Musso, 2014);
  4. Em 2016,   cerca de  1% do sangue colhido a dadores assintomáticos em Porto Rico apresentou resultados positivos quando submetido a rastreio para ZIKV (Roche Molecular Systems)
  5. Foram relatados 4 casos prováveis de transmissão através da transfusão envolvendo PFC e/ ou plaquetas de 3 dadores ( Barjas-Castro, Motta/ Spencer).
  6. Foi descrita a persistência de RNA ZikV no sangue total até 58 dias após o início dos sintomas (Lustig, 2016)
  7. A transmissão sexual do  vírus ZIKV foi relatada, do sexo  masculino para feminino, do sexo masculino para o sexo masculino , e do sexo feminino para o masculino.
  8. O RNA ZIKV foi detectado no sémen  até 6 meses, embora a duração máxima de transmissibilidade permaneça desconhecida neste momento.
  9. ZIKV também foi detectado  no fluido vaginal  até 11 dias; contudo, não estão disponíveis actualmente dados sobre a duração máxima de sua persistência em tal fluido. 

Face aos desenvolvimentos científicos  observados considera-se pois adequado a actualização das medidas para a prevenção da transmissão do vírus Zika através da transfusão, preconizadas no Alerta 14/2016:

 

  • Suspensão temporária  por um prazo de 120 dias,  após a total recuperação, dos candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspensão temporária por um  prazo de 120 dias após o último contacto sexual ,  dos candidatos à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com  uma pessoa a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,
  • Suspensão temporária por um prazo de 28 dias, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas).
  • Suspensão temporária por um prazo de 28 dias dos candidatos à dádiva de sangue que tenham tido contacto sexual com uma pessoa  que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika  durante os 6 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspensão temporária  por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nas regiões afectadas. (acima referidas)

 

Estas recomendações serão actualizadas logo que o ECDC actualize as orientações e medidas preventivas para a segurança das substâncias de origem humana.

Foi elaborado um Plano de Preparação  para o Vírus Zika em Portugal que será tornado público com a maior brevidade possível e do qual vos será dado conhecimento.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

 

Alerta 27/2016 - Actualização da informação relativa a infecção por vírus Zika

O ECDC reportou, até 2 de setembro, 1569 casos importados de Zika em 19 países da União Europeia (Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Portugal, Roménia, Eslovénia, Eslováquia, Espanha, Suíça e Reino Unido), reportados através da base de dados europeia Tessy.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-3-sep-2016.pdf

De acordo com a ECDC, foram reportados os seguintes novos territórios/países afetados – Filipinas e Malásia http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-3-sep-2016.pdf Até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Argentina, Aruba, Anguilla, Antiga e Barbuda, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Costa Rica, Colômbia, Cuba, Curaçau, Dominica, EUA, Equador, El Salvador, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Virgens, Ilhas Caimão, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens Britânicas, Indonésia, Filipinas, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Saba, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Samoa, Samoa Americana, Sint Eustatius, Sint Singapura, Maarten, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-3-sep-2016.pdf De acordo com o ECDC, a sequenciação genética permitiu concluir que o vírus Zika pertence à linhagem asiática. No entanto, nas as quatro amostras da Guiné-Bissau foi identificada a linhagem Africana.

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/249597/1/zikasitrep1Sept16-eng.pdf?ua=1

A OMS convocou, a 1 de setembro de 2016, a quarta reunião do Comité de Emergência sob o Regulamento Sanitário Internacional para debater a atual situação da infeção por vírus Zika e o aumento de distúrbios neurológicos e malformações neonatais. O Comité concordou que devido à contínua expansão geográfica e o ainda considerável desconhecimento sobre o vírus e as suas consequências, a infeção por vírus Zika continua a ser uma Public Health Emergency of International Concern.

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/249597/1/zikasitrep1Sept16-eng.pdf?ua=1

De acordo com a OMS, não é possível fazer generalizações sobre a tendência global do surto de Zika, tendo em conta que maior parte dos países não reporta números absolutos dos casos. Alguns países, nomeadamente na América do Sul, apresentam uma tendência decrescente. A OMS publicou, no dia 6 de setembro, Interim guidance update “Prevention of sexual transmission of Zika virus” .

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

 

Alerta 26/2016 - Actualização da informação relativa a infecção por vírus Zika

O ECDC reportou, até 19 de agosto, 1265 casos importados de Zika em 19 países da União Europeia (Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Portugal, Roménia, Eslovénia, Eslováquia, Espanha, Suíça e Reino Unido), reportados através da base de dados europeia Tessy. França reportou 56% dos casos. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-21-aug-2016.pdf

 

O surto nas Américas mantém-se, existindo por isso a probabilidade de importação de casos para a Europa. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-21-aug-2016.pdf

De acordo com a OMS, foi reportado um novo território/país afetado: Bahamas http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/249534/1/zikasitrep18Aug16-eng.pdf?ua=1

Segundo o ECDC, até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Argentina, Aruba, Anguilla, Antiga e Barbuda, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Costa Rica, Colômbia, Cuba, Curaçau, Dominica, EUA, Equador, El Salvador, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Virgens, Ilhas Caimão, Ilhas Turcas e Caicos, Indonésia, Filipinas, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Saba, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Samoa, Samoa Americana, Sint Eustatius, Sint Maarten, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-21-aug-2016.pdf

O NEJM publicou, a 17 de agosto, o artigo “Evidence for Transmission of Zika Virus by Platelet Transfusion” http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMc1607262?query=featured_home

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue

.Alerta 25/2016 - Actualização da informação relativa a infecção por vírus Zika

O ECDC reportou, até 5 de agosto, 1136 casos importados em 18 países da União Europeia (Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Portugal, Roménia, Eslovénia, Espanha, Suíça e Reino Unido), reportados através da base de dados europeia Tessy.  http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-06-aug-2016.pdf

O surto nas Américas mantém-se, existindo por isso a probabilidade de importação de casos para a Europa, sobretudo durante a realização dos Jogos Olímpicos no Brasil.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-06-aug-2016.pdf

Segundo o ECDC, até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Argentina, Aruba, Anguila, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Costa Rica, Curaçau, Dominica, Equador, El Salvador, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Virgens  (EUA), Indonésia, Filipinas, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Samoa, Samoa Americana, Saint Eustatius, Saint Maarten, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-06-aug-2016.pdf

As autoridades de saúde dos EUA confirmaram, a 1 de agosto, 4 casos autóctones de infeção por vírus Zika em Miami.

O Departamento de Saúde da Florida identificou, a 4 de agosto, 15 casos de infeção por vírus Zika adquiridas localmente, possivelmente por picada de mosquito.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-06-aug-2016.pdf

http://ecdc.europa.eu/en/activities/sciadvice/_layouts/forms/Review_DispForm.aspx?List=a3216f4c-f040-4f51-9f77- a96046dbfd72&ID=798

Avaliação de risco da OMS

De acordo com a OMS a avaliação global do risco não mudou. A possível presença da estirpe asiática do vírus Zika em Cabo Verde está sob investigação. A disseminação geográfica do vírus Zika a áreas onde os vectores competentes mantém-se. Embora haja um declínio dos casos de infeção por vírus Zika em alguns países, ou em algumas partes dos países, a vigilância tem de permanecer elevada. Nesta fase, com base na evidência disponível, não há um declínio geral no número de casos do surto.

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246261/1/zikasitrep28Jul2016-eng.pdf?ua=1

Há consenso científico de que o vírus Zika é causa de microcefalia e outras malformações cerebrais bem como de Síndrome de Guillain-Barré e outras alterações neurológicas. Vários estudos documentam a infeção por vírus Zika em grávidas residentes numa área afetada, microcefalia com calcificações cerebrais no feto, vírus Zika no líquido amniótico ou no sistema nervoso central de um feto ou um recém-nascido morto, entre outros.

http://www.who.int/features/qa/zika/en/

Uma vez que não há tratamento nem vacinas para a infeção, a principal medida de prevenção continua a basear-se na proteção individual contra a picada dos mosquitos.

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246261/1/zikasitrep28Jul2016-eng.pdf?ua=1

Medidas

O ECDC mantém o nível 1 do plano de emergência e publica atualizações epidemiológicas todas as sextas-feiras e mapas diários com informação sobre países/territórios afetados.

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

O ECDC publicou uma atualização ao Rapid Risk Assessment “Zika virus disease epidemic”, de 8 de julho:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/RRA-Zika-virus%20epidemic-seventh-update-final.pdf

 Mais informações, consulte:

http://ecdc.europa.eu/en/activities/sciadvice/_layouts/forms/Review_DispForm.aspx?List=a3216f4c-f040-4f51-9f77-a96046dbfd72&ID=796

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores (Alerta 14/2016).

 

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 24/2016 - Actualização da informação relativa a infecção por vírus Zika

ECDC reportou, até 22 de Julho, 1048 casos importados em 18 países (Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Portugal, Roménia, Eslovénia, Espanha, Suíça e Reino Unido) detetados através de atividades de Epidemic Intelligence. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-23-july-2016.pdf

O surto nas Américas mantém-se, mantendo-se por isso a probabilidade de importação de casos para a Europa. http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246241/1/zikasitrep21Jul16-eng.pdf?ua=1

Não há registo de transmissão autóctone do vírus Zika no continente europeu. http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246241/1/zikasitrep21Jul16-eng.pdf?ua=1

Segundo o ECDC, até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios:

Argentina, Aruba, Anguilla, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Costa Rica, Curaçau, Dominica, Equador, El Salvador, Grenada, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Indonesia, Filipinas, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Nova Caledónia (França),  Nicarágua, Panamá, Papua-Nova Guiné, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Samoa, Samoa Americana, Sint Eustatius, Sint Maarten, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela e Vietname.http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246222/1/zikasitrep14Jul16-eng.pdf?ua=1

A Colômbia declarou o fim da epidemia. https://www.minsalud.gov.co/Paginas/Colombia-primer-pais-del-continente-que-cierra-epidemia-de-zika.aspx

A autoridade de saúde espanhola reportou, a 25 de julho, o nascimento de uma criança com microcefalia, na Catalunha. http://premsa.gencat.cat/pres_fsvp/AppJava/notapremsavw/294607/ca/actualitzacio-dels-casos-de-zika-catalunya.do

As autoridades de saúde do Brasil reportaram à OMS, a 26 de Julho, os resultados preliminares de investigação que mostra que três em cada 80 amostras de mosquitos Culex quinquefasciatus foram infetados com Zika.

Brasil

Entre outubro de 2015 e 23 de julho de 2016, as autoridades de saúde do Brasil reportaram 8 471 casos suspeitos de microcefalia e outras malformações, dos quais 1709 são casos confirmados. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-23-july-2016.pdf

Avaliação de risco da OMS

De acordo com a OMS a avaliação global do risco não mudou. A possível presença da estirpe asiática do vírus Zika em Cabo Verde está sob investigação. A disseminação geográfica do vírus Zika a áreas onde os vectores competentes mantém-se. Embora haja um declínio dos casos de infeção por vírus Zika em alguns países, ou em algumas partes dos países, a vigilância tem de permanecer elevada. Nesta fase, com base na evidência disponível, não há um declínio geral no número de casos do surto. http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246180/1/zikasitrep7Jul16-eng.pdf?ua=1

Há consenso científico de que o vírus Zika é causa de microcefalia e outras malformações cerebrais bem como de Síndrome de Guillain-Barré e outras alterações neurológicas. Vários estudos documentam a infeção por vírus Zika em grávidas residentes numa área afetada, microcefalia com calcificações cerebrais no feto, vírus Zika no líquido amniótico ou no sistema nervoso central de um feto ou um recém-nascido morto, entre outros. http://www.who.int/features/qa/zika/en/

Uma vez que não há tratamento nem vacinas para a infeção, a prevenção continua a basear-se na proteção individual contra a picada dos mosquitos. http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/246241/1/zikasitrep21Jul16-eng.pdf?ua=1

Medidas

O ECDC mantém o nível 1 do plano de emergência e publica atualizações epidemiológicas todas as sextas-feiras e mapas diários com informação sobre países/territórios afetados.  http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

O ECDC publicou uma atualização ao Rapid Risk Assessment “Zika virus disease epidemic”, de 8 de julho: http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/RRA-Zika-virus%20epidemic-seventh-update-final.pdf

Mais informações, consulte:

http://ecdc.europa.eu/en/activities/sciadvice/_layouts/forms/Review_DispForm.aspx?List=a3216f4c-f040-4f51-9f77-a96046dbfd72&ID=796

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 20/2016 - Actualização da informação relativa a infecção por vírus Zika

O ECDC reportou, até 30 de junho, 929 casos importados detetados através de atividades de Epidemic Intelligence.

O surto nas Américas mantém-se, mantendo-se por isso a probabilidade de importação de casos para a Europa.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-2-jul-2016.pdf

Não há registo de transmissão autóctone do vírus Zika no continente europeu.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-2-jul-2016.pdf

Segundo o ECDC, até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios:

Argentina, Aruba, Anguilla, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Curaçau,Dominica, Equador, El Salvador, Grenada, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiné- Bissau, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Samoa, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá, e Papua-Nova Guiné, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Sint Maarten, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela e Vietname.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-2-jul-2016.pdf

Florida

As autoridades de saúde da Florida confirmaram o primeiro caso de microcefalia relacionado com o Zika numa criança nascida na Florida cuja a mãe, cidadã do Haiti, viajou para uma área afetada.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-2-jul-2016.pdf

Espanha

As autoridades de saúde locais de Madrid notificaram, a 30 de junho, o primeiro caso suspeito de transmissão sexual do vírus Zika no país. A paciente é uma cidadã espanhola residente em Madrid e o diagnóstico foi confirmado na urina por PCR.

A paciente não tem história de viagem para áreas de risco. O parceiro da paciente foi diagnosticado com infeção por vírus Zika.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-2-jul-2016.pdf

Guiné-Bissau

Segundo dados do ECDC, foram confirmados três casos de infeção por vírus Zika na ilha de Bubaque, no arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau. Os casos foram confirmado pelo Instituto Pasteur de Dakar e pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, em Lisboa.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-2-jul-2016.pdf

Brasil

As autoridades de saúde do Brasil reportaram, de outubro de 2015 a 30 de junho, 8165 casos suspeitos de microcefalia e outras malformações. Este é um aumento de 229 casos desde 29 de junho.

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/24350-microcefalia-1-638-casos-confirmados-pelo-ministerio-da-saude

 

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 19/2016 - Actualização da informação relativa a infecção por vírus Zika

 

O ECDC reportou, até 23 de junho, 888 casos importados detetados através de atividades de Epidemic Intelligence.

O surto nas Américas mantém-se, mantendo-se por isso a probabilidade de importação de casos para a Europa.

Não há registo de transmissão autóctone do vírus Zika no continente europeu.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-25-Jun-2016.pdf

Segundo o ECDC, foi identificado, de 21 a 28 de junho, um novo território com transmissão esporádica do vírus Zika – Anguilla

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Segundo o ECDC, até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios:

Argentina, Aruba, Anguilla, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçau,Dominica, Equador, El Salvador, Filipinas, Grenada, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, IlhasVirgens (EUA), Ilhas Samoa, Jamaica, Kosrae, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá,e Papua-Nova Guiné, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Sint Maarten,Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela e Vietname.

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

O jornal Nature publicou, a 14 de junho de 2016, o artigo “Dengue virus sero-cross-reactivity drives antibody-dependent enhancement of infection with zika virus”: http://www.nature.com/ni/journal/vaop/ncurrent/full/ni.3515.html

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 18/2016 - Actualização da informação relativa a infecção por vírus Zika

São actualizados os territórios ou regiões onde foram registados casos.

Segundo o ECDC, até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Argentina, Aruba, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçau, Dominica, Equador, El Salvador, Filipinas, Grenada, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Samoa, Jamaica, Kosrae, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá, e Papua-Nova Guiné, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Sint Maarten, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela e Vietname. http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 16/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Não há registo de transmissão autóctone do vírus Zika no continente europeu.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-14-may-2016.pdf

De acordo com a OMS, regista-se um declínio do número de casos de infeção por vírus Zika em certos territórios.

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/206311/1/zikasitrep_12May2016_eng.pdf?ua=1

Na semana de 8 a 14 de maio foi registado um novo território/país afetado com transmissão de vírus Zika – Argentina

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Segundo o ECDC, até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Aruba,Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, República Dominicana, Dominica, Equador, El Salvador, Filipinas, Guiana Francesa, Grenada, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Fiji, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Papua-Nova Guiné Kosrae, Saint Barthélemy, Saint Martin, Samoa, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Venezuela, Vietname e Ilhas Virgens(EUA).

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Foi disponibilizado no site da DGS um comunicado com recomendações para viajantes que esse desloquem ao Brasil para assistir aos Jogos Olímpicos.

http://www.dgs.pt/a-direccao-geral-da-saude/comunicados-e-despachos-do-director-geral/jogos-olimpicos-2016-no-brasil-recomendacoes-para-viajantes.aspx

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 15/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Segundo dados do ECDC, não houve notificação de casos nos últimos 9 meses nas Ilhas Salomão e Vanuatu, pelo que foram retirados do mapa e lista do ECDC.

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Na semana de 24 a 30 de abril foi registado um novo país/território afetado com transmissão por vírus Zika – St. Barthélemy.

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Até à data, foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, República Dominicana, Dominica, Equador, El Salvador, Filipinas, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Fiji,

Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Papua-Nova Guiné Kosrae, Saint Martin, Samoa, Suriname, St. Barthélemy, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Venezuela, Vietname e Ilhas Virgens (EUA).

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-30-apr-2016.pdf

Mantêm-se em vigor as medidas preventivas preconizadas para a transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão divulgadas em Alertas anteriores.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 14/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Na semana de 13 a 18 de abril foi registado um novo país/território afetado com transmissão por vírus Zika, Belize.

Até 18 de abril foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, República Dominicana, Dominica, Equador, El Salvador, Filipinas, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Fiji, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Papua-Nova Guiné Kosrae, Saint Martin, Saint Vincent e Granadinas, Ilhas Salomão, Samoa, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Vanuatu, Venezuela, Vietname e Ilhas Virgens (EUA). http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Relativamente ao caso confirmado de Zika, identificado em março de 2016 na RA da Madeira, cuja provável transmissão sexual tem estado a ser investigada, os recentes resultados laboratoriais mostraram que não será possível confirmar a via de transmissão (sexual ou vetorial). De facto, a amostra de sémen do parceiro do caso confirmado foi negativo para Zika, considerando-se assim, definitivamente, um caso provável de transmissão sexual. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-16-apr-2016.pdf

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão,  deverão:

  • Suspender-se  por um prazo de 28 dias, 4 semanas,  após a total recuperação, os candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, 4 semanas, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas).
  • Suspender-se pelo prazo de 28 dias, quatro semanas, após o último contacto sexual , as candidatos à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com um homem  a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,  ou que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika  durante os 6 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nas regiões afectadas.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 13/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Vimos por este meio  divulgar a actualização da informação relativa  a situação de infecção por Vírus Zika  recebida através da Direcção Geral da Saúde.

Não há registo de transmissão autóctone do vírus Zika no continente europeu. Na semana de 4 a 11 de abril foi registado um novo país/território afetado, Saint Lucia.

Até 13 de abril foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios:

Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçau, Dominica, Equador, El Salvador, Filipinas, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA),Ilhas Salomão, Ilhas Samoa, Jamaica, Kosrae, Maldivas, Martinica, México, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá, e Papua-Nova Guiné, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Lucia, Saint Martin, Saint Vicent e Granadinas, Sint Maarten, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Vanuatu, Venezuela e Vietname.

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Segundo dados do ECDC, publicados a 8 de abril, foram notificados casos de microcefalia e outras malformações fetais associadas à infeção por vírus Zika no Brasil (1046 casos), Cabo Verde (2 casos), Colômbia (7 casos), Polinésia Francesa (8 casos) , Martinica (3casos) e Panamá (1 caso). Foram também detetados 2 casos adicionais, relacionados com viagens ao Brasil, nos Estados Unidos da América e Eslovénia. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-9-apr-2016.pdf

O ECDC divulgou, a 8 de abril, “Zika virus disease epidemic: Preparedness planning guide for diseases transmitted by Aedes aegypti and Aedes albopictus”:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-preparedness-planning-guide-aedes-mosquitoes.pdf

O ECDC mantém o nível 1 do plano de emergência e publica atualizações epidemiológicas todas as sextas-feiras e mapas diários com informação sobre países/territórios afetados.

O ECDC divulgou, no dia 11 de abril, a 5ª atualização do Rapid Risk Assessment Zika virus disease epidemic: potential association with microcephaly and Guillain–Barré syndrome :

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-virus-rapid-risk-assessment-11-april-2016.docx.pdf

A OMS publicou, a 7 de abril, o Zika Virus Microcephaly and Guillain-Barré Syndrome Situation Report:

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/204961/1/zikasitrep_7Apr2016_eng.pdf?ua=1

A DGS atualizou, no dia 13 de abril, a Orientação nº 001/2016 – Doença por Vírus Zika:

http://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/orientacoes-e-circulares-informativas/orientacao-n-0012016-de-15012016.aspx

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão,  deverão:

  •  Suspender-se  por um prazo de 28 dias, 4 semanas,  após a total recuperação, os candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, 4 semanas, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas)
  • Suspender-se pelo prazo de 28 dias, quatro semanas, após o último contacto sexual , as candidatos à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com um homem  a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,  ou que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika  durante os 6 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nas regiões afectadas.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 12/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Não há registo de transmissão autóctone do vírus Zika no continente europeu.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-26-mar-2016.pdf

Na semana de 30 de março a 4 de abril foram registados dois novos países/territórios afetados, Kosrae e Papua-Nova Guiné.

Até 4 de Abril foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, República Dominicana, Dominica, Equador, Kosrae, El Salvador, Filipinas, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Fiji, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Papua – Nova Guiné, Paraguai, Porto Rico, Saint Martin, Saint Vincent e Granadinas, Ilhas Salomão, Samoa, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Vanuatu, Venezuela e Ilhas Virgens (EUA).

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-26-mar-2016.pdf

Segundo dados do ECDC, foram identificados 7 países que reportaram possível transmissão sexual: Argentina, Chile, França, Itália, Nova Zelândia, Portugal (RA Madeira) e EUA.

Portugal

A DGS recebeu uma notificação de um caso novo de Zika em cidadão regressado da Samoa. Em termos cumulativos, verificaram-se em Portugal, até ao momento, 15 casos importados, dos quais 12 do Brasil, um da Colômbia, um de Cabo Verde e um da Samoa. Sublinha-se que esta situação não eleva o nível de risco uma vez que esta doença só se transmite, em regra, por mosquitos de espécies que não estão identificadas em Portugal Continental.

https://www.dgs.pt/em-destaque/doenca-por-virus-zika-atualizacao.aspx

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão,  deverão:

  • Suspender-se  por um prazo de 28 dias, 4 semanas,  após a total recuperação, os candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, 4 semanas, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas).
  • Suspender-se pelo prazo de 28 dias, quatro semanas, após o último contacto sexual , as candidatos à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com um homem  a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,  ou que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika  durante os 6 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nas regiões afectadas.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 11/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Não há registo de transmissão autóctone do vírus Zika no continente europeu.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-26-mar-2016.pdf

 

Na semana de 22 a 26 de março foi registado um novo país/território afetado, o Vietname.

Até 29 de março foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, República Dominicana, Dominica, Equador, El Salvador, Filipinas, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Fiji, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Saint Martin, Saint Vincent e Granadinas, Ilhas Salomão, Samoa, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Vanuatu, Venezuela e Ilhas Virgens (EUA).

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-26-mar-2016.pdf

Segundo dados do ECDC, foram identificados 7 países que reportaram possível transmissão sexual: Argentina, Chile, França, Itália, Nova Zelândia, Portugal (RA Madeira) e EUA.

Portugal

A DGS informou o ECDC sobre os casos importados na Madeira. Num dos casos foi identificada a possível transmissão sexual num cidadão do sexo feminino de 35 anos residente na Madeira. O parceiro era um cidadão brasileiro do sexo masculino que chegou à Madeira a 20 de fevereiro, depois de estar três meses no Brasil. O parceiro não apresentou sintomatologia compatível com a doença por vírus Zika. A RAM divulgou um Comunicado sobre o evento a 22 de março:

https://www.dgs.pt/em-destaque/infecao-pelo-virus-zika-comunicado-da-regiao-autonoma-da-madeira.aspx

 

Avaliação de risco do ECDC

A disseminação do vírus Zika irá aumentar a probabilidade de aparecimento de casos importados na Europa. Uma vez que não há tratamento nem vacinas para a infeção, a prevenção continua a basear-se na proteção individual contra a picada dos mosquitos. http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-26-mar-2016.pdf

 

Medidas

O ECDC mantém o nível 1 do plano de emergência e publica atualizações epidemiológicas todas as sextas-feiras e mapas diários com informação sobre países/territórios afetados.

O Rapid Risk Assessment “Zika virus disease epidemic: potential association with microcephaly and Guillain–Barré syndrome” de 9 de março mantém-se atual: http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-virus-rapid-risk-assessment-9-march-2016.pdf

A OMS publicou, a 24 de março, o Zika Virus Microcephaly and Guillain-Barré Syndrome Situation Report e o Zika virus vectors and risk of spread in the WHO European Region:

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/204690/1/zikasitrep_24Mar2016_eng.pdf?ua=1

 

A Public Health England publicou “Zika virus congenital infection: Interim guidance for neonatologists and paediatricians” :

https://www.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/511025/ZIKV_neonatal_interim_guidance_final.pdf

 

Destaques na investigação

Artigo “Zika virus in the Americas: Early epidemiological and genetic findings” na Science divulgado a 24 de março:

http://science.sciencemag.org/content/early/2016/03/23/science.aaf5036.full

 

Artigo “The emergence of zika virus as a global health security threat: A review and a consensus statement of the INDUSEM Joint working Group (JWG)” no Journal of Global Infectious Diseases:

http://www.jgid.org/article.asp?issn=0974-777X;year=2016;volume=8;issue=1;spage=3;epage=15;aulast=Sikka

 

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão,  deverão:

  • Suspender-se  por um prazo de 28 dias, 4 semanas,  após a total recuperação, os candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, 4 semanas, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas).
  • Suspender-se pelo prazo de 28 dias, quatro semanas, após o último contacto sexual , as candidatos à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com um homem  a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,  ou que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika  durante os 6 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nas regiões afectadas.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 10/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Não há registo de transmissão autóctone do vírus Zika no continente europeu.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-13-19-mar-2016.pdf

Até 19 de março foram registados casos de transmissão autóctone nos seguintes países ou territórios: Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, República Dominicana, Dominica, Equador, El  Salvador, Filipinas, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Fiji, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Saint Martin, Saint Vincent e Granadinas, Ilhas Salomão, Samoa, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Vanuatu, Venezuela e Ilhas Virgens (EUA).

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-13-19-mar-2016.pdf

Brasil

Até 12 de março de 2016, foram notificados 6480 casos suspeitos de microcefalia. Desses, 4.268 (65,9%) casos permanecem em investigação e 2212 casos foram investigados e classificados, sendo 863 confirmados para microcefalia e/ou alteração do SNC sugestivos de infeção congénita e 1349 não considerados.

http://combateaedes.saude.gov.br/images/sala-de-situacao/informe_microcefalia_epidemiologico17.pdf

Fonte: OMS - http://www.who.int/emergencies/zika-virus/situation-report/17-march-2016/en/

Cabo Verde

Em resposta a um pedido do Ministério da Saúde de Cabo Verde, a OMS enviou uma equipa para Cabo Verde, com a participação conjunta de peritos da OMS AFRO e o Institut Pasteur, Dakar.

http://www.who.int/mediacentre/news/notes/2016/cabo-verde-zika/en/

Portugal

A DGS divulgou, a 18 de março a notificação de dois casos novos de Zika na Madeira em cidadãos regressados do Brasil.

Em termos cumulativos, verificaram-se em Portugal, até ao momento, 14 casos importados, dos quais 12 do Brasil,  um da Colômbia e um de Cabo Verde. Sublinha-se que esta situação não eleva o nível de risco uma vez que esta doença só se transmite, em regra, por mosquitos de espécies que não estão identificadas em Portugal Continental.

https://www.dgs.pt/em-destaque/doenca-por-virus-zika-atualizacao.aspx

Medidas

O ECDC mantém o nível 1 do plano de emergência e publica atualizações epidemiológicas todas as sextas-feiras e mapas diários com informação sobre países/territórios afetados.

O Rapid Risk Assessment “Zika virus disease epidemic: potential association with microcephaly and Guillain–Barré syndrome” de 9 de março mantém-se atual: http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-virus-rapid-risk-assessment-9-march-2016.pdf

 

A OMS publicou, a 17 de março, o Zika Virus Microcephaly and Guillain-Barré Syndrome Situation Report e o Zika virus vectors and risk of spread in the WHO European Region:

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/204633/1/zikasitrep_17Mar2016_eng.pdf?ua=1

http://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0011/304211/Zika-virus-and-risk-of-spread-in-European-Region.pdf?ua=1

 

Resultados de investigação

Foi publicado, a 16 de março, um artigo sobre a evolução dos casos de microcefalia e anormalidades neurológicas com o título “Evolution of cases of microcephaly and neurological abnormalities suggestive of congenital infection in Brazil: 2015-2016.”

http://www.who.int/bulletin/online_first/16-173583.pdf

 

Dados anteriores mais relevantes

O Comité de Emergência da OMS declarou, a 1 de fevereiro, que os casos de microcefalia e de alterações neurológicas surgidas no Brasil, identificados após ocorrência de cluster semelhante na Polinésia francesa, em 2014, constituem uma emergência de saúde pública de âmbito internacional. Nesse contexto foi recomendada a investigação da associação entre microcefalia e alterações neurológicas e o vírus Zika, de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional.

http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2016/1st-emergency-committee-zika/en/

O CDC reportou um caso confirmado de infeção por vírus Zika, a 2 de fevereiro, adquirido por transmissão sexual após contacto com indivíduo regressado de área afetada pelo vírus. Este é o 1º caso documentado nos EUA de transmissão sexual da infeção num não viajante. Em 2008 foi reportado outro caso duma mulher que foi infetada nos EU pelo marido, após o regresso deste do Senegal. São conhecidos casos em que o vírus foi identificado no sémen, embora se desconheça ainda o tempo que ele aí persiste. http://www.cdc.gov/zika/transmission/index.html

 

Realizou-se, no dia 9 de fevereiro, uma audioconferência do Health Security Committee sobre o surto de doença por vírus Zika, tendo em conta 5 documentos elaborados pelo ECDC (confidenciais). Recomenda-se que os países onde o vetor está presente devem preparar-se para a transmissão local do Zika e atualizar de planos de contingência e a deteção precoce de casos.

http://ec.europa.eu/health/preparedness_response/docs/ev_20160209_flash_en.pdf

Após a segunda reunião do Health Security Committee sobre o vírus Zika, a OMS divulgou, a 8 de março, uma declaração a comunicar o aumento do número de casos com alterações neurológica ou malformações fetais.

O Diretor-Geral declarou ainda manter a situação como Public Health Emergency of International Concern e emitiu recomendações temporárias que incluíram o adiamento de viagens de grávidas a áreas afetadas.

http://who.int/mediacentre/news/statements/2016/2nd-emergency-committee-zika/en/

A DGS atualizou, no dia 8 de fevereiro, a Orientação nº 001/2016:

https://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/orientacoes-e-circulares-informativas/orientacao-n-0012016-de-15012016.aspx

Foi publicado em 26 de fevereiro de 2016 o Plano de Prevenção e Controlo de Doenças Transmitidas por Mosquitos

https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/plano-de-prevencao-e-controlo-de-doencas-transmitidas-por-mosquitos.aspx;

Foi publicada, em 29 de fevereiro, a LEI N.º 4/2016 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 41/2016, SÉRIE I DE 2016-02-2973740377 da Assembleia da República sobre o Plano Nacional de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Vetores.

Segundo o ECDC, um grupo de investigadores eslovenos anunciou, a 11 de fevereiro, ter conseguido provar a relação entre o  vírus Zika e a microcefalia numa grávida eslovena que foi infetada enquanto visitava o Brasil.

http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1600651

http://ecdc.europa.eu/en/activities/sciadvice/_layouts/forms/Review_DispForm.aspx?List=a3216f4c-f040-4f51-9f77- a96046dbfd72&ID=791

 

Fonte: OMS: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/204633/1/zikasitrep_17Mar2016_eng.pdf?ua=1

 

Fonte: ECDC http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 9/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Desde o Alerta 8/2016 foram notificados casos confirmados de doença por vírus Zika  nas Filipinas.

Até 9 de Março (ECDC) foram notificados casos confirmados de doença por vírus Zika nos seguintes países ou territórios:

Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Curaçau, Equador, El Salvador, Filipinas, Granadinas, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Salomão, Ilhas Samoa, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Martin, Saint Vicent,  Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Vanuatu e Venezuela.

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão,  deverão:

  • Suspender-se  por um prazo de 28 dias, 4 semanas,  após a total recuperação, os candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, 4 semanas, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas).
  • Suspender-se pelo prazo de 28 dias, quatro semanas, após o último contacto sexual , as candidatos à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com um homem  a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,  ou que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika  durante os 6 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite  em Aruba, Barbados, Bolívia,  Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Curaçao, Costa Rica, Equador, El Salvador, Filipinas, Granadinas, Guadalupe,  Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilhas Fidji, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Samoa, Ilhas Salomão, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Martin,  Saint Vicent, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Vanuatu e Venezuela.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

 

Alerta 8/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Desde o Alerta 7/2016 foram notificados casos confirmados de doença por vírus Zika em Saint Martin, Saint Vicent e Granadinas.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report--27-feb-2016.pdf

Até 22 de fevereiro (ECDC) foram notificados casos confirmados de doença por vírus Zika nos seguintes países ou territórios:

Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Curaçau, Equador, El Salvador, Granadinas, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Salomão, Ilhas Samoa, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Martin, Saint Vicent,  Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Vanuatu e Venezuela.

Figura 1 - Número cumulativo de países e territórios que reportaram transmissão de doença por vírus Zika 2007-2014 / evolução mensal de 1 de jan. 2015 a 25 de fev. 2016

Fonte: OMS - http://www.who.int/emergencies/zika-virus/situation-report-26-02-2016.pdf?ua=1

Em Portugal a  DGS divulgou, a 26 de fevereiro, a atualização da informação sobre 2 casos novos de Zika em cidadãos regressados do Brasil. Em termos cumulativos, verificaram-se em Portugal, até ao momento, 9 casos importados, dos quais 8 do Brasil.https://www.dgs.pt/em-destaque/doenca-por-virus-zika-atualizacao.aspx.

A DGS publicou, a 26 de fevereiro, o Plano de Prevenção e Controlo de Doenças Transmitidas por Mosquitos:

https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/plano-de-prevencao-e-controlo-de-doencas-transmitidas-por-mosquitos.aspx; e a 29 de fevereiro foi publicada a LEI N.º 4/2016 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 41/2016, SÉRIE I DE 2016-02-2973740377da Assembleia da República sobre o Plano Nacional de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Vetores.

Resultados de investigação

A 23 de fevereiro, o CDC divulgou os resultados de investigação sobre transmissão sexual do vírus Zika: http://content.govdelivery.com/accounts/USCDC/bulletins/1383154

A 26 de fevereiro o Eurosurveillance divulgou informação sobre um caso de infeção pelo vírus Zika importado para a Itália da Tailândia http://www.eurosurveillance.org/ViewArticle.aspx?ArticleId=21395

As autoridades de saúde francesas divulgaram, a 27 de fevereiro, o primeiro caso de Zika por transmissão sexual numa mulher infetada pelo seu parceiro que tinha regressado do Brasil:

http://www.france24.com/en/20160227-france-zika-first-sexually-transmitted-case

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão,  deverão:

  • Suspender-se  por um prazo de 28 dias, 4 semanas,  após a total recuperação, os candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, 4 semanas, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas).
  • Suspender-se pelo prazo de 28 dias, quatro semanas, após o último contacto sexual , os candidatos à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com uma pessoa  a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,  ou que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika ( acima referidas)  durante os 3 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite  em Aruba, Barbados, Bolívia,  Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Curaçao, Costa Rica, Equador, El Salvador, Granadinas, Guadalupe,  Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilhas Fidji, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Samoa, Ilhas Salomão, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Martin,  Saint Vicent, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Vanuatu e Venezuela.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 7/2016 - Atualização das medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Vimos por este meio  divulgar a actualização da informação relativa  a situação de infecção por Vírus Zika, bem como  actualizar as medidas para a prevenção da transmissão deste agente através da transfusão de acordo com as medidas implementadas e/ou recomendadas por organismos internacionais OMS, ECDC e FDA.

Os documentos  “Maintaining a safe and adequate blood supply during Zika vírus outbreaks, Interim guidance, February 2016”  da OMS e o documento do ECDC“ Rapid Risk Assessment - Zika virus disease epidemic. Third update, 23 February 2016”, podem ser obtidos em:

http://who.int/csr/resources/publications/zika/Safe-blood_supply18Feb2016.pdf

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-virus-rapid-risk-assessment-23-february-2016.pdf

Encontra-se disponível para consulta  o documento “ FDA issues and recommendations to reduce the risk for Zika virus blood transmission in the United States”  em http://www.fda.gov/NewsEvents/Newsroom/PressAnnouncements/ucm486359.htm

Desde o Alerta 6/2016 foram notificados casos confirmados de doença por vírus Zika em Aruba, Trinidad e Tobago e Marshall Islands.

Até 23 de fevereiro de 2016 (ECDC) foram notificados casos confirmados de doença por vírus Zika nos seguintes países ou territórios:

Aruba, Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Curaçau, Equador, El Salvador, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa,, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Salomão, Ilhas Samoa, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Martin, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Vanuatu e Venezuela.

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão,  deverão:

  • Suspender-se  por um prazo de 28 dias, 4 semanas,  após a total recuperação, os candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, 4 semanas, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas).
  • Suspender-se pelo prazo de 28 dias, quatro semanas, após o último contacto sexual , os candidatos à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com uma pessoa  a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,  ou que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika ( acima referidas)  durante os 3 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite  em Aruba, Barbados, Bolívia,  Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Curaçao, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guadalupe,  Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilhas Fidji, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Samoa, Ilhas Salomão, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Martin, Suriname, Tailândia, Tonga, Trinidad e Tobago, Vanuatu e Venezuela.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 6/2016 - Medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Vimos por este meio  divulgar a actualização da informação relativa  a situação de infecção por Vírus Zika, recebida através da Direcção Geral da Saúde bem como  actualizar as medidas para a prevenção da transmissão deste agente através da transfusão de acordo com as medidas implementadas e/ou recomendadas por organismos internacionais.

Encontram-se disponiveis pata consulta os documentos : Do ECDC “Zika virus disease epidemic. Safety of substances of human origin 08 February 2016”, em http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-virus-rapid-risk-assessment-8-february-2016.pdf e da FDA "FDA issues and recommendations to reduce the risk for Zika virus blood transmission in the United States” http://www.fda.gov/NewsEvents/Newsroom/PressAnnouncements/ucm486359.htm

Até 12 de fevereiro de 2016 (ECDC) foram notificados casos confirmados de doença por vírus Zika nos seguintes países ou territórios:

Barbados, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Curaçau, Equador, El Salvador, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa,, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Salomão, Ilhas Samoa, Jamaica, Maldivas, Martinica, México, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Martin, Suriname, Tailândia, Tonga, Vanuatu e Venezuela.

http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-countries-with-transmission.aspx

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão,  deverão:

  • Suspender-se  por um prazo de 28 dias, 4 semanas,  após a total recuperação, os candidatos à dádiva de sangue com o diagnóstico  de infecção por vírus Zika.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, 4 semanas, após total recuperação, os candidatos á dádiva de sangue com sintomas sugestivos de  infecção por vírus Zika , que tenham surgido no período de 2 semanas após o regresso de uma área com transmissão ativa de infecção por vírus ZIKA (acima referidas).
  • Suspender-se pelo prazo de 28 dias, quatro semanas, após o último contacto sexual , as candidatas à dádiva de sangue , que tenham tido contacto sexual com um homem  a quem tenha sido diagnosticada infecção por vírus Zika,  ou que tenha viajado ou residido numa área com transmissão activa de infecção por vírus Zika ( acima referidas) nos 3 meses anteriores  ao contacto sexual.
  • Suspender-se por um prazo de 28 dias, quatro semanas, os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nos Barbados, Bolívia,  Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Curaçao, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guadalupe, , Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilhas Fidji, Ilhas Maldivas, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Samoa, Ilhas Salomão, Jamaica, Martinica, México, Nova Caledónia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Martin, Suriname, Tailândia, Tonga, Vanuatu e Venezuela.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 5/2016 - Medidas para a prevenção da transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão

Até 2 de fevereiro de 2016 (ECDC) foram notificados casos confirmados de infeção por Vírus Zika em vários países ou territórios: Barbados, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Curaçao, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Fiji, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Maldivas, Martinica, México, Nova Caledônia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Saint Martin, Suriname, Tailândia, Tonga, Venezuela e Ilhas Virgens (EUA). Foram também reportados casos no Pacífico: American Samoa, Samoa, Fiji, Nova Caledónia, Ilhas Salomão e Vanuatu.

http://wwwnc.cdc.gov/travel/page/zika-travel-information

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-30-jan-2016.pdf

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-30-jan-2016.pdf

http://www.nature.com/polopoly_fs/7.33594!/file/NS-724-2015_ECLAMC-ZIKA%20VIRUS_V-FINAL_012516.pdf

A 15 de janeiro de 2016, o CDC emitiu um alerta de viagem relacionada com o vírus Zika. As mulheres grávidas em qualquer trimestre são recomendadas a considerar adiar viagens para qualquer área onde a transmissão do vírus Zika está em curso:

http://www.cdc.gov/media/releases/2016/s0315-zika-virus-travel.html

Até à data (dados do ECDC) , pelo menos 14 países da UE aconselharam as grávidas a adiar as viagens para as regiões afetadas: Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Itália, Irlanda, Malta, Países Baixos, Noruega, Portugal, Eslovénia e Reino Unido

O Comité de Emergência da Organização Mundial de Saúde declarou, a 1 de fevereiro, que os casos de microcefalia e de alterações neurológicas surgidas no Brasil, identificados após ocorrência de cluster semelhante na Polinésia francesa, em 2014, constituem uma emergência de saúde pública de âmbito internacional. Neste âmbito foi recomendada a investigação da associação entre microcefalia e alterações neurológicas e o vírus Zika, de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional:

http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2016/emergency-committee-zika-microcephaly/en/

http://www.dw.com/en/brazilian-official-calls-for-who-to-declare-emergency-over-zika-outbreak/a-19014734

http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2016/1st-emergency-committee-zika/en/

A Comissão Europeia criou um Website dedicado ao vírus Zika.

O ECDC ativou a fase nível 1 do plano de emergência e irá atualizar o Rapid Risk Assessment de 22 de janeiro sobre o Vírus Zika:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/rapid-risk-assessment-zika-virus-first-update-jan-2016.pdf

A Comissão Europeia irá mobilizar 10 milhões de euros para a investigação do Vírus Zika:

http://ec.europa.eu/commission/2014-2019/moedas/blog/european-commission-urges-support-urgent-zika-research_en

No Brasil

Estão a ser investigados, pelo Ministério da Saúde brasileiro todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, incluindo a possível relação com o vírus Zika e outras infecções congénitas.

De outubro de 2015 até 30 de janeiro de 2016, foram reportados 4783 casos suspeitos de microcefalia, dos quais 1132 (24%) foram investigados. Destes, foi confirmada microcefalia ou malformação do SNC em 404(36%); 17(4%) foram positivos para infeção por vírus Zika.

Os mais de 4000 casos de microcefalia foram notificados por 830 munici?pios e setão localizados em 24 Unidades da Federac?a?o. Destes, cerca de 80% esta?o localizados na Regia?o Nordeste.

O Carnaval de S. Paulo foi cancelado, segundo os media http://traveller24.news24.com/News/breaking-brazilian-city-cancels-carnival-to-fight-zika-as-virus-spreads-world-responds-20160203.

As autoridades brasileiras esperam 16 000 casos de microcefalia até ao final de 2016. http://combateaedes.saude.gov.br/images/pdf/Informe-Epidemiolgico-10-SE-032016.pdf

Em Portugal

Ate? à data foram notificados 6 casos de doenc?a, todos importados da Ame?rica do Sul. Nenhum deles ocorreu em gra?vidas.

Perante a possibilidade da doenc?a causar malformac?o?es em fetos e a fim de eliminar este risco, a Direc?a?o-Geral da Sau?de divulgou, a 28 de janeiro, um comunicado que recomenda que as gra?vidas na?o se desloquem, neste momento, para zonas afetadas. Caso tal na?o seja possi?vel, devem procurar aconselhamento em Consulta do Viajante e seguir rigorosamente as recomendac?o?es dadas https://www.dgs.pt/a-direccao-geral-da-saude/comunicados-e-despachos-do-director-geral/doenca-por-virus-zika1.aspx

Considerando a notificação feita em 22 de janeiro, pelas autoridades de saúde espanholas da região de Cádiz, sobre a presença de mosquitos Aedes albopictus em Algeciras, uma delegação portuguesa, constituída por elementos da DGS, INSA e autoridades de saúde da região Algarve, deslocou-se a Sevilha para reunir com as autoridades de saúde espanholas no sentido de tomar conhecimento do trabalho desenvolvido na deteção precoce de mosquitos invasores e discutir a cooperação na vigilância entomológica e luta anti-vetorial entre os dois países e regiões.

A DGS disponibilizou uma área on-line dedicada exclusivamente ao vírus Zika, em: https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/zika.aspx

Está disponível, no Portal da Saúde, a lista dos Centros de Vacinação Internacional para informação e aconselhamento dos cidadãos que pretendam viajar para fora da Europa. Inclui os contactos e respetivos horários de atendimento dos Centros de Vacinação Internacional em todas as regiões do País.

A Saúde 24 (808 24 24 24) está disponível para aconselhamento.

Foi criado o mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. para pedidos de informação ou esclarecimentos sobre vírus Zika

EUA

No dia 2 de fevereiro o CDC reportou um caso confirmado de infeção por vírus Zika, adquirido por transmissão sexual após contacto com indivíduo regressado de área afetada pelo vírus. Este é o 1º caso documentado nos EUA de transmissão sexual da infeção num não viajante. Em 2008 foi reportado outro caso duma mulher que foi infetada nos EU pelo marido após o regresso deste do Senegal. São conhecidos casos em que o vírus foi identificado no sémen, embora se desconheça o tempo que ele aí possa persistir.

Embora o risco de adquirir a infeção por transmissão sexual seja considerado baixo, são necessários mais estudos sobre a persistência do vírus para avaliar o risco com maior segurança.

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão, à excepção dos países em que se aplicam medidas de suspensão mais restritivas por serem endémicos para a malária, deverão suspender-se os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nos Barbados, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Curaçao, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Fiji, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Fidji, Ilhas Maldivas, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Samoa, Ilhas Salomão, Martinica, México, Nova Caledônia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, American Samoa, Samoa, Saint Barthélemy, Saint Martin, Suriname, Tailândia, Tonga, Vanuatu e Venezuela por um período de 28 dias depois de abandonar a referida área, bem como suspender temporariamente por um prazo de 120 dias após a recuperação os potenciais dadores de sangue com o diagnóstico de infecção na ausência de sintomas.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 4 de 2016

Segundo dados do ECDC, até 25 de janeiro de 2016, vários países/territórios reportaram casos confirmados de infeção por vírus Zika, designadamente : Barbados, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Equador, El Salvador, Guiana, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Samoa, Ilhas Salomão, Martinica, México, Nova Caledónia, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Saint Martin, Suriname, Vanuatu e Venezuela.

Na última semana, foram detetados casos autóctones confirmados: Ilhas Virgens, Maldivas, República Dominicana e Tailândia.

Não há notificação de casos autóctones no continente europeu:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-23-jan-2016.pdf

De acordo com a atualização da PAHO/OMS, de 24 de janeiro, o vírus Zika foi isolado no sémen humano, havendo a possibilidade de transmissão entre humanos por via sexual. http://www.paho.org/hq/index.php?option=com_content&view=article&id=11605&Itemid=0&lang=e

A 25 de janeiro, a PAHO/OMS publicou uma declaração sobre Transmissão e Prevenção do Vírus Zika, com recomendações sobre medidas de proteção pessoal para prevenir a picada por mosquitos:

http://www.paho.org/hq/index.php?option=com_content&view=article&id=11605&Itemid=0&lang=en

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão, à excepção dos países em que se aplicam medidas de suspensão mais restritivas por serem endémicos para a malária, deverão suspender-se os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nos Barbados, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Equador, El Salvador, Guiana, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Virgens, Ilhas Samoa, Ilhas Salomão, Maldivas, Martinica, México, Nova Caledónia, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Saint Martin, Suriname, Tailândia, Vanuatu e Venezuela por um período de 28 dias depois de abandonar a referida área, bem como a suspender temporariamente por um prazo de 120 dias após a recuperação os potenciais dadores de sangue com o diagnóstico de infecção na ausência de sintomas.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue.

Alerta 3/2016

Nos últimos 9 meses e até 19 de Janeiro 2016, vários países/territórios reportaram casos confirmados de infecção por vírus Zika, designadamente : Barbados, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Equador, El Salvador, Guiana, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Haiti, Honduras, Martinica, México, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Saint Martin, Suriname, Tailândia e Venezuela. Desde o Alerta 2/2016 reportaram casos pela primeira vez Barbados, Bolívia, Equador, Guiana, Guadalupe, Haiti, Saint Martin, Tailândia.

Foram também reportados casos na região do Pacífico,  Samoa, Ilhas Salomão, Nova Caledónia, Fiji, Vanatu http://www.cdc.gov/zika/geo/index.html

Poderão ser reportados mais casos de infecção por vírus Zika, particularmente na América, onde o vector está presente. A probabilidade de serem identificados casos importados por viajantes, na EU, também aumentou, não podendo excluir-se a possibilidade de haver transmissão nas áreas em que o aedes está estabelecido:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-16-jan-2016.pdfhttp://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-isease-threats-report-16-jan-2016.pdf

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-virus-americas-association-with-microcephaly-rapid-risk-assessment.pdf

Continua a ser investigada a possível associação entre infecção por vírus Zika durante a gravidez e microcefalia nos fetos e recém- nascidos, tendo as Autoridades de Saúde do Brasil declarado a situação como emergência de Saúde Pública. Foi, por isso, aberto um centro de operações de emergência para vigiar e combater a microcefalia e controlar os mosquitos aedes, transmissores da doença.

Ate? a semana 01 de 2016, foram registados 3530 casos de microcefalia com suspeita de infecc?a?o pelo vi?rus Zika. Esta?o  a ser investigados 46 casos que evolui?ram para o?bito.

Também está a ser investigada, na América e na Polinésia Francesa a possível associação entre a infecção por vírus Zika e a Síndroma de Guillan Barré, cujo nº de casos em El Salvador aumentou em Dezembro de 2015. http://www.paho.org/hq/index.php?option=com_docman&task=doc_view&Itemid=270&gid=32879&lang=en

Em Portugal foram identificados 4 casos de vírus Zika, todos importados do Brasil. O vetor aedes não está presente no território continental de Portugal.

A 15 de Janeiro foi divulgado um Comunicado do Director-Geral da Saúde e uma Orientação para profissionais de saúde sobre a doença por vírus Zika, disponíveis em https://www.dgs.pt/a-direccao-geral-da-saude/comunicados-e-despachos-do-director-geral/doenca-por-virus-zika.aspx e https://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/orientacoes-e-circulares-informativas/orientacao-n-0012016-de-15012016.aspx

A 15 de Janeiro de 2016, o CDC emitiu  também um alerta de viagem relacionado com o vírus Zika, recomendando às grávidas, em qualquer trimestre, o adiamento de viagens para qualquer área onde haja transmissão do vírus Zika ,  na impossibilidade deste adiamento o contacto com o médico antes da viagem e o cumprimento das medidas recomendadas para evitar picadas de mosquitos durante a viagem. http://www.cdc.gov/media/releases/2016/s0315-zika-virus-travel.html

A 17 de Janeiro de 2016, a OPAS/OMS recomendou aos Estados-Membros :

  • Avaliação da capacidade de detectar e confirmar casos do vírus Zika;
  • Preparação de unidades de cuidados de saúde;
  • Reforço dos cuidados pré-natais;
  • Redução da presença de mosquitos vectores nas áreas onde o vector esteja presente.

A 19 de Janeiro o CDC publicou Interim Guidelines for Pregnant Women During a Zika Virus Outbreak-United States, 2016: http://www.cdc.gov/mmwr/volumes/65/wr/mm6502e1er.htm?s_cid=mm6502e1er_e

Face a esta situação, para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão, à excepção dos países em que se aplicam medidas de suspensão mais restritivas por serem endémicos para a malária, deverá suspender-se os candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite nos Barbados, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Equador, El Salvador, Guiana, Guiana Francesa, Guadalupe, Guatemala, Haiti, Honduras, Martinica, México, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Saint Martin, Suriname, Tailândia, Venezuela, na Micronésia, Samoa, Ilhas Salomão, Nova Caledónia, Fiji, Vanatu,  por um período de 28 dias depois de abandonar a referida área, bem como a suspender-se temporariamente por um prazo de 120 dias após a recuperação os potenciais dadores de sangue com o diagnóstico de infecção na ausência de sintomas.

Solicitamos a vossa maior atenção a esta situação e solicitamos a divulgação da presente informação a todos os profissionais com responsabilidades na selecção e avaliação de dadores de sangue

 

Alerta 2/2016

Vimos por este meio  actualizar mais uma vez a informação relativa  a existência de surtos de vírus Zika, recebida através da Direcção Geral da Saúde, tendo Porto Rico notificado o primeiro caso autóctone de infecção por Zika.

Segundo dados do ECDC, publicados a 4 de janeiro de 2016, foram notificados casos de vírus Zika no Brasil, Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai, Suriname, Venezuela, Panamá, Cabo Verde, Martinica, Guiana Francesa, Honduras e Porto Rico (que notificou o primeiro caso autóctone de infeção por Zika em 16/12/2015). Foram também reportados casos no Pacífico: Samoa, Fiji, Nova Caledónia, Ilhas Salomão e Vanuatu:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/communicable-disease-threats-report-02-jan-2016.pdf

Figura 2 – Países com casos autóctones confirmados para infeção por vírus Zika – 4 de janeiro de 2016

 

Fonte – ECDC http://ecdc.europa.eu/en/healthtopics/zika_virus_infection/zika-outbreak/Pages/Zika-information-travellers.aspx

 

Face a esta situação  pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão, à excepção dos países em que se aplicam medidas de suspensão mais restritivas por serem endémicos para a malária, a  suspensão dos candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite no Suriname, no Brasil, na Colômbia, em Cabo Verde, na Guatemala, em El Salvador, no México, Panamá, Paraguai, Venezuela, na Martinica, nas Honduras,  em Porto Rico, na Guiana Francesa, na Micronésia, Samoa, Ilhas Salomão, Nova Caledónia, Fiji, Vanatu,  por um período de 28 dias depois de abandonar a referida área, bem como a suspensão temporária por um prazo de 120 dias após a recuperação de potenciais dadores de sangue com o diagnóstico de infecção na ausência de sintomas.

Alerta 1/2016

Segundo dados do ECDC, publicados a 23 de dezembro, em 2015, foram notificados casos de vírus Zika no Brasil, Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai, Suriname, Venezuela, Panamá, Cabo Verde, Martinica, Guiana Francesa e Honduras. Também em 2015 foram reportados casos no Pacífico: Samoa, Fiji, Nova Caledónia, Ilhas Salomão e Vanuatu:

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/Communicable-disease-threats-report-26-dec-2015.pdf

As autoridades de saúde do Brasil continuam a investigar a possível relação entre a infeção por vírus Zika e a microcefalia dos fetos e recém-nascidos. A 22 de dezembro, as autoridades reportaram 2 782 casos de microcefalia, incluindo 40 óbitos, em 618 municípios em 20 estados do Brasil. Houve um aumento de 381 casos desde a última semana.

http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-microcephaly-Brazil-rapid-risk-assessment-Nov-2015.pdf

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/noticias-svs/21367-saude-alerta-viajantes-para-eliminacao-dos-criadouros-do-aedes-aegypi

O Ministério da Saúde do Brasil reportou, no dia 21 de dezembro, um caso confirmado de infeção por vírus Zika por transfusão sanguínea. http://portal.fiocruz.br/pt-br/content/ministerio-da-saude-investiga-transmissao-de-zika-por-transfusao-de-sangue

Atualmente, decorre no Brasil e na Polinésia Francesa investigação sobre associação entre a infeção por vírus Zika e síndrome de Guillain-Barré http://ecdc.europa.eu/en/publications/Publications/zika-virus-americas-association-with-microcephaly-rapid-risk-assessment.pdf

Na Polinésia Francesa foram detetados 17 casos de malformações do sistema nervoso central em fetos e recém-nascidos de gravidezes que decorreram durante 2014-2015 após o aparecimento do vírus Zika no período de 2013 a 2014. Nenhuma das mães manifestou sinais clínicos de infeção por vírus Zika durante a gravidez, mas quatro mulheres testadas foram positivas para IgG. Os ensaios de sorologia para flavivírus sugerem possível infeção assintomática. Com base na correlação temporal destes casos com a epidemia por vírus Zika, as autoridades de saúde da Polinésia Francesa colocaram a hipótese da infeção poder estar associada a essas malformações se as mães tiverem sido infetadas durante o primeiro ou segundo trimestre de gravidez.

Face a esta situação  pensamos adequado para a prevenção do risco de transmissão de infecção por vírus Zika através da transfusão, à excepção dos países em que se aplicam medidas de suspensão mais restritivas por serem endémicos para a malária, a  suspensão dos candidatos à dádiva de sangue que tenham permanecido pelo menos uma noite no Suriname, no Brasil, na Colômbia, em Cabo Verde, na Guatemala, em El Salvador, no México, Panamá, Paraguai, Venezuela, na Martinica, nas Honduras, na Guiana Francesa, na Micronésia, Samoa, Ilhas Salomão, Nova Caledónia, Fiji, Vanatu,  por um período de 28 dias depois de abandonar a referida área, bem como a suspensão temporária por um prazo de 120 dias após a recuperação de potenciais dadores de sangue com o diagnóstico de infecção na ausência de sintomas.

Loading...
Loading...